Quadrim
  Login or Register
::  Home  ::  Downloads  ::  Your Account  ::  Forums  ::
 Menu Principal
 Home
 Fanfictions
 Títulos
 Enciclopédia
 Contato
 Top 10
 Faça Parte
 Comunidade
 Infos
 Estatísticas
 Busca
 Account
 Enquetes
 
 Invasão Secreta Quadrim 01! - Fanfiqueiros Divididos
Quadrim Autoral

Se vc achava que o pessoal da Quadrim já tinha problemas demais com a Guerra Civil, espere só até ver o que eles vão ter que enfrentar durante... Invasão Secreta! Super-heróis numa enrascada danada! Barbas como disfarce! COAXA!




A Quadrim apresenta:
INVASÃO SECRETA!
Um Evento de Outro Mundo (RÁ!)

Primeira Parte: Fanfiqueiros Divididos!


Esta é uma obra de ficção. Qualquer semelhança com pessoas (vivas ou mortas), skrulls, traíras, cetáceos ou anfíbios pode E TERÁ sido mera coincidência. O autor se isenta de responsabilidade caso alguém se sinta ofendido.


Registro de Sistemas da B.O.S.T.A. – Contato: Moreira, Larissa. Vice-diretora da B.O.S.T.A. Link de comunicação estabelecido.

- Bom dia, Larissa. Aqui é o Sapuxo. A quantas anda aquela missão?
- Ah, é uma missão maravilhosa. Desperta a agradável e motivada petista que reside em mim. Precisei desviar do serviço os melhores técnicos de informação para levantar esses dados arcanos sobre homenzinhos verdes que não vão levar a lugar nenhum. Muito obrigada por me fazer perder tempo com essa bosta.
- É isso que os agentes da B.O.S.T.A. fazem, Larissa.
- Tá, nem sempre temos a honra de fazer algo que preste, mas eu sou a vice-diretora. Não tinha nada mais útil pra eu fazer?
- Como pesquisar o paradeiro do Raul e do Márcio?
- Eles estão mortos.
- Talvez. Mas, mesmo com seu “elo mental”, você não sentiu a morte do Raul.
- Se está preocupado com isso, por que não me deixa investigar?
- Desculpe não poder dividir isto com você. Não é por mal, acredite. Mas algo muito... interessante... está acontecendo e...
- Descobri que, no jargão deste ramo, “interessante” significa “vai feder e vamos todos tomar no cu”. Estou certa?
- Você passou tempo demais com o Raul, né?
- Por que a pergunta?
- Nada, nada. Olha, eu entro em contato se precisar de alguma coisa. Sapuxo desligando.
- Ótimo, não tenho mais o que fazer mesmo. Larissa desligando.

“Curta e grossa. Mas eu entendo a frustração da Larissa. Me tornar o diretor da B.O.S.T.A. no lugar do Márcio me deixou isolado. Vou precisar de ajuda pra administrar essa bagunça. Sei disso. Mas, até lá... Até eu ter certeza de que sei com quem e com o que estou lidando, em quem posso confiar... Esse é o único jeito de combater uma invasão Skrull!”

Várias semanas atrás:

- E sabe de quem é a culpa!? Vou te dizer... do Márcio Sampayo! Tá me ouvindo? De tudo isso! Guerra Civil... Heróis brigando com heróis... Bom, quer dizer que a M.E.R.D.A., a F.E.Z.E.S. e... como chama mesmo? B.A.R.R.O.! Acho que esses problemas estão todos resolvidos, então o que o brilhante Márcio Sampayo resolve fazer? Não lutamos uns contra os outros? Não matamos o Fase? Cara... o Raul Kuk morreu! A agência tá em frangalhos! E é tudo culpa do Sampayo! E eu digo isso com todas as letras. Vou falar encarando o único olho bom que ele tem. Márcio Sampayo filho da *#$%! Ele fodeu a gente, cara! Somos agentes da B.O.S.T.A.! Somos filhos dele!
- Dude...
- E ele simplesmente mandou tudo às favas! Abriu as pernas pro sapo barbudo em Brasília e começou a caçar os amigos! Se ele fosse o mesmo dos “velhos tempos”, a tal Lei de Registro nem tinha passado! Ele ia pegar essa porra de Lei até a próxima diarréia pra daí limpar a...
- Mano, aqui não.
- Por que?
- Aquele é o Marcelo Morfo. O homem de confiança do Sampayo. Fica na manha. Respeita os mais velhos.
- Ele não tinha morrido com aquela equipe mequetrefe dele? Os “Jovens Cruzados”?
- Bom, parece que a mulher dele mandou ele voltar pra casa, vivo ou morto. Levantou do caixão e foi.
- Que foda. Mas olha, parece que ele pensa como eu. O Fase morreu por culpa do Márcio Sampayo.

Morfo se levantou sem dizer uma palavra. O bar, repleto de agentes da B.O.S.T.A., ficou em silêncio. Ninguém tinha mais respeito por Márcio Sampayo e Raul Kuk do que ele. Saber que uma cagada que ele fez lá no interior de Videira desencadearia uma corrente de eventos que culminou com a morte de ambos era como viver ao lado da esposa. E ele continuava vivendo ao lado da esposa.

Ou seja, era como ir para o inferno duas vezes.

Ninguém disse uma palavra quando ele se levantou, nem quando ele caminhou na direção do novato. Nem quando ele arremessou uma garrafa de cerveja na TV que reprisava as cenas da explosão da aero-sinagoga.

Morfo não disse nada, e saiu do bar.

Caminhou pela noite paulistana sozinho, desejando realmente ter morrido no incidente que deflagrou a Guerra Civil. Lutou muito ao lado de seus amigos, mas sentia como se os tivesse traído (na verdade, tinha mesmo). Foi até um canto isolado do Parque do Ibirapuera, onde havia cabines de banheiro biológico. Um tributo mais que perfeito ao amigo que tombara. Entrou em uma das cabines e, naquele lugar solene, pensou nos amigos que, inadvertidamente, matara. Puxou a arma, sentiu seu peso na mão e ela pareceu ter toneladas.

Mas não havia muita escolha.

Não podia conviver com aquilo.

Foi quando a porta do banheiro se abriu. Seus reflexos treinados o fizeram apontar a arma para uma mulher muito bonita, que não parecia se preocupar com o fato de ele estar apontando para ela. Um cara sentado no trono não parece ameaçador, mesmo com uma arma nas mãos.

- Não atire, Marcelo.
- Mefisto!? A ex-mulher do Márcio, é você? Por onde você tem andado?
- Que bom ver você, meu amigo – respondeu a mulher, abraçando-o.
- Por onde você andou, Mefisto?
- Em Madripoor. Estava voltando quando ouvi a notícia. É verdade? O Fase morreu?
- É verdade, sim.
- Ele era... insano. Eu nunca soube qual o lugar dele nesse mundo, mas eu tinha certeza que era ao lado do meu ex-marido. Irônico que tenham morrido dessa forma.
- Eles foram os melhores amigos, lutaram um contra o outro e morreram juntos pra que ninguém mais tivesse de morrer.
- Droga. O que vamos fazer agora, meu amigo?

Algo estava errado. Marcelo Morfo era, ele próprio, casado com uma Mefisto. Essas criaturas não são calorosas, não são gentis, não cumprimentam amigos do ex-marido com um abraço, não sentem remorso e muito menos se preocupam com seu paradeiro. Tudo que elas tinham em comum era um ódio patológico por Raul Kuk.

- Eu perguntei o que vamos fazer agora?

Morfo já tinha percebido a farsa. Contudo, antes que tivesse a chance de usar sua arma, teve o pescoço rasgado por afiadas garras que saíram dos punhos de Mefisto. Em seus últimos momentos, agonizante, Morfo viu o rosto da bruxa se contorcer em tendões esverdeados, adquirindo sua própria aparência.

Ela era uma srkull, e agora tinha assumido sua forma.

- Merda. Sobrevivi à minha mulher pra... isso?! - Não se preocupe, Morfo. Ele ama você.


Sapuxo foi até o “Pântano das Pererecas”, seu puteiro favorito. Precisava relaxar, precisava ficar longe de toda a loucura que sua vida tinha se tornado. Pediu uma bebida, enquanto uma biscate qualquer ficava se esfregando nele. Lembrou dos eventos que o colocaram ali. Durante a batalha na Aero-Sinagoga, Ricardo Sorvillo desapareceu. Apenas dias depois ele retornou com um relatório.

Fora convocado pelo Guardiões de Oa, que lhe deram o anel de Lanterna Verde.

- Nós, os Guardiões, convocamos o Lanterna Verde do setor 2814. Por que ele não veio e quem diabos é você?
- Eu sou Ricardo Sorvillo!
- Você engordou?
- Não!
- Não deu pra reconhecer. Bom... Ricardo Sorvillo do setor 2814, temos informações para você.
- Ah, legal. Mas tinha que ser justo agora? Eu estava no meio de algo importante...
- Nós decidimos suas prioridades, Sorvillo. Ou você está querendo o nosso lugar?
- Nem fodendo.
- Ótimo. Soubemos que o planeta Terra está sendo ameaçado pelos skrulls.
- De novo?
- E não é só isso. Os skrulls arquitetaram uma invasão em larga escala. Discreta. Silenciosa. Ele já está entre vocês. A responsabilidade deles na Guerra Civil é mínima, mas o que vem pela frente pode ser muito pior.
- Tem algum skrull infiltrado na comunidade Quadrim?
- Receamos que sim. Mas eles descobriram como não ser identificados pelos anéis energéticos, telepatia, tecnologia, sentidos aguçados ou quaisquer outros métodos usados anteriormente.
- Como vamos saber quem é quem, então?
- Não dá pra saber.
- Porra, mas desse jeito a gente tá fudido!
- Você não há de se fuder até que se cumpra a profecia. Até a chegada da Noite Mais Densa.
- Essa história de novo? Olha, por que simplesmente a gente não começa a procurar os inimigos da Tropa antes da Noite Mais Densa?
- Porque a profecia diz que, somente quando era tarde demais, nós descobrimos nossos inimigos.
- Genial. Olha, tenho de ir. Me chamem se precisarem de alguma coisa. Ou chamem o G’Nort.
- A Noite Mais Densa, Sorvillo... Ela está vindo...

Ricardo sempre achou os Guardiões meio gagás, mas eles lhe deram o anel. Pra que reclamar?

Normalmente, Sapuxo jamais acreditaria em uma só palavra do relatório de Sorvillo. Não que ele não fosse confiável, mas era pelo simples fato de toda essa coisa de criaturas de pele verde... Simplesmente não era verossímil.

Sapuxo pegou uma perereca qualquer e a levou para o quarto. Deu um último gole na sua cerveja e arrancou a roupa da vadia. Precisava relaxar, precisava esquecer tudo. Precisava deixar aquela loucura toda para trás.

- Coaxa, ordinária!

Porém, durante a última batalha, Dario foi morto por Rigas, revelando ser um skrull. Seria o único? Quantos estariam infiltrados, de ambos os lados?

- Come mosca, vadia!

Aquilo não foi o pior. Decidido a ir adiante com as investigações, exumou o cadáver de Waltão. Para sua surpresa, o desproporcional amigo era, também, um skrull.

O que explicava muita coisa, afinal, nenhum ser humano normal poderia alcançar aquele tamanho todo sem deixar o organismo em colapso.

- Pula no meu brejo!

Em quem podia confiar? Quem realmente estava do seu lado? Pessoas que enfrentara durante a Guerra Civil tinham concordado em se registrar. O que isso queria dizer? O que isso significava para a B.O.S.T.A.?

- MUDA DE FORMA, PUTA!
- Como é que é!?
- Er... Nada, esquece.

Sapuxo se vestiu e foi embora, sem pagar a biscate. O mundo estava desmoronando ao seu redor. Precisava de um sinal.

Qualquer coisa.

“Mas Rav Kuk está morto.”


Em algum lugar de Suzano, dois vereadores se encontravam com um conhecido juiz. Gente do PT, pagando suborno para conseguir encobrir casos asquerosos e garantir a colaboração de um magistrado corrupto.

- Tem certeza que é seguro?
- Absoluta. Desde que o Fase morreu, nós...
- Os rumores sobre a minha morte foram um tanto exagerados...

Os petistas mal tiveram tempo de identificar o agressor. Uma rajada elétrica fritou até os piolhos dos três.

- Podem dizer que o Fase está de volta.

Longe dali, em Pelotas, um grande clarão iluminou a noite. Foi dia novamente e até o Lobisomem da Guabiroba (único herói local) teve de retornar para seu covil. O espectro luminoso pareceu contornar a cidade, como uma aurora boreal de cores e texturas. Todos sabiam o que aquilo significava. Fábio Ochôa estava de volta.

E, com a sua volta, fez-se ouvir sua voz:

- Bah, masxuxurupixurubilápraquáquáquá, TCHÊ!

Em algum lugar do Rio de Janeiro:

- Ei! Tu viu o jornal? Tão dizendo aqui que você não morreu.
- Isso quer dizer que eu já assumi o status-Elvis?
- Não exatamente. Alguém eletrocutou uns petistas em Suzano.
- Eita, preula.
- Talvez seja uma armadilha pra tentar te atrair. Alguém mais sabe que você está vivo?
- Não que eu tenha contado.
- Nem a Larissa? Vocês tinham um “elo mental”.
- O pensamento é feito de impulsos elétricos. Eu só tive que mudar a freqüência dos meus pra ficar indetectável à telepatia.
- Ela vai ficar uma fera quando descobrir... Alguma idéia de quem pode ser?
- Nenhuma. Mas, se o que a gente descobriu sobre os skrulls até agora for verdade, eu tenho um palpite...


Quartel-General da B.O.S.T.A., Brasília, DF:

- Marcelo Morfo, é uma honra recebê-lo.
- Imagine, Larissa. Sou apenas um funcionário da B.O.S.T.A., tanto quanto você.
- Queira nos desculpar. O senhor é uma lenda aqui. Todo mundo curtia o reality show dos “Novos Cruzados”.
- Não tenho boas lembranças.
- Imaginei. Dá um autógrafo?
- Depois. Vim pra trabalhar e não...

ALERTA VERMELHO! ALERTA VERMELHO!

- O que está acontecendo?
- Temos um objeto não-identificado, vice-diretora. E está vindo rápido.
- Mostre-me.
- Na tela. Nave não identificada atingindo o espaço aéreo da Terra no vetor sete barra três barra nove.
- É uma nave skrull.
- Como sabe?
- Reconheço o design.
- Vai entrar na atmosfera terrestre em... agora! Acaba de atingir a atmosfera. E está voando.
- Para onde se dirige?
- A estimativa das coordenadas estima como alvo... Suzano, vice-diretora. Estado de São Paulo. A Los Angeles da Zona Leste. A Jóia do Alto Tietê. O Tesouro da Mata Atlântica. O...
- Já entendi, idiota. Me ligue com o Sapuxo. Agora.

Sapuxo recebeu a notícia com ansiedade. Aquele podia ser a peça que faltava para resolver o quebra-cabeças. Uma nave skrull, caindo em Suzano? Não podia ser coincidência. Ainda não descobrira como os skrulls estavam conseguindo passar sem serem identificados, mas essa era a sua chance.

- Avante, Vingadores.

Sapuxo reuniu sua equipe, que consistia de Jumentauro, Antonio, Ricardo, Baleiana e Henrique. Porém, enquanto a equipe se organizava, misteriosos conspiradores se manifestavam:

- Véio? É a Baleiana. Estamos indo pra Terra Selvagem. Não, não. Suzano. Isso. Uma nave Skrull. Tá pronto pra irritar muito o Sapuxo?

Véio estava liderando a equipe rebelde, composta basicamente de Leonardo, Barbara, Namobina, Nery, Larissa – que agia secretamente como vice-diretora da B.O.S.T.A. – e Ana, infiltrada na equipe dos Vingadores do Sapuxo. Na verdade, ninguém gostava muito das dicas que a Ana passava porque a mania dela de fazer fofoca era insuportável. Mas, pelo menos, teriam uma desculpa pra dar um cacete nela mais tarde.

Valendo-se das habilidades de viagem no tempo de Leonardo, a equipe renegada não teve dificuldades em chegar até a Terra Selvagem (tempo e espaço se curvam de maneira linear), onde encontraram uma misteriosa cápsula.

- Que diabos é isso?
- É uma misteriosa cápsula, Nery, seu jumento.
- Isso eu tou vendo, mas quem falou que é skrull?
- A gorda.
- E vocês acreditaram?
- Melhor ser fofoqueira do que ser burra.
- Ela é as duas coisas.
- E gorda ainda por cima.
- Não é gorda. Chega um certo ponto, a pessoa não é mais classificada como gorda.
- É o que, então?
- Cidade-estado independente. Ele tem até CEP próprio e sistema de governo autônomo.
- Dá pra se ater ao problema? O que a gente faz com essa cápsula?
- Sei lá, abre aí.
- Porra, abrir assim, sem mais nem menos?!
- Quer abrir como, espertão?
- Sei lá, e se tiver um monte de skrull aí dentro?
- Manda a Bárbara abrir. Ela é a mais forte.
- Ok, eu...
- Fique longe dessa cápsula, Nikita!

A equipe do governo, liderada por Sapuxo, acaba de chegar ao local. Outrora aliados, a rivalidade dos dois grupos foi acirrada pela Guerra Civil. E algumas feridas jamais cicatrizaram.
- Isso é propriedade do Governo, agora. E vocês estão presos.
- Ah, vai tomar no cu.
- Não, eu estou falando sério! Vocês estão presos mesmo!
- Foda-se, eu vou abrir essa porra.
- Bárbara, você não...
- FO-DA-CE.
- Encara ela agora, Sapuxaço – cutucou Leandro.
- Escuta aqui, ôuuERRRGHGGHHHHH!!! – disse Sapuxo, chamando o hugo.
- Eita, preula. Que merda é essa agora!?
- BLÉÉÉÉÉÉÉÉ!
- Sapuxo, tá tudo certo aí?
- ABLÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉ!
- Perdemos o chefe. O que vamos fazer?
- ABLUÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉ!

Enquanto o anfíbio se contorcia no chão de tanto vomitar, a cápsula misteriosa se abriu e, de seu interior, rostos conhecidos ganharam o sol.

Eram Fábio Ochôa, Raul Kuk, Waltão, Baleiana, Namô, Aracno, Juliano, Dario e Nery.

Enquanto isso, na aero-sinagoga da B.O.S.T.A., Larissa ia ao desespero com a situação:

- Peraí... O Raul tá vivo, veio pra Terra numa cápsula skrull, e a equipe do governo tá prestes a sair na porrada com a equipe renegada!? Putz, o que eu faço agora??
- Não se preocupe – disse Morfo. – Ele ama você.
- O Raul? Eu vou é matar ele, isso sim!
- Não, não o Raul. Ele.
- ELE QUEM!?

À resposta de Morfo seguiu-se uma violenta explosão, que começou a derrubar a aero-sinagoga dos céus. Em poucos minutos, ele seria destruída ao atingir o solo.

E levaria metade da cidade de São Paulo consigo!


Obviamente, continua.

Posted on Thursday, February 25 @ 01:19:57 BRT by Raul_Kuk
 
 Related Links
· More about Quadrim Autoral
· News by Raul_Kuk


Most read story about Quadrim Autoral:
Amor Imperfeito

 
 Article Rating
Average Score: 5
Votes: 2


Please take a second and vote for this article:

Excellent
Very Good
Good
Regular
Bad

 
 Options

 Printer Friendly Printer Friendly

 Send to a Friend Send to a Friend

 
Associated Topics

Deadpool


Re: Invasão Secreta Quadrim 01! - Fanfiqueiros Divididos (Score: 1)
by barbara_nikita on Sunday, March 07 @ 16:43:28 BRT
(User Info | Send a Message)
Muito maneiro!!!!

Baleiana foi ótimo!!!!
uahauahuahauahuaha

Aguardo a próxima edição.


PHP-Nuke Copyright © 2004 by Francisco Burzi. This is free software, and you may redistribute it under the GPL.
PHP-Nuke comes with absolutely no warranty, for details, see the license.
Powered by PHP-Nuke Platinum

Page Generation: 0.03 Seconds

:: phpib2 phpbb2 style by phpbb2.de :: PHP-Nuke theme by www.nukemods.com ::